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João Paulo Rillo
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ARTIGO: EM BUSCA DO VOTO CONSERVADOR, ALCKMIN VIRA ATÉ AVALISTA DE ATENTADO 
Terça-Feira, 3 de Abril de 2018 - 18:47 - Categoria: Geral
 
 

*Artigo originalmente publicado no Viomundo*





 Usar uma expressão de origem bíblica para justificar violência não é recurso inédito na história do marketing da extrema direita.





Diante do atentado a tiros sofrido pela caravana do Lula, seu adversário político, o ultracatólico Alckmin apostou na tática e declarou:” está colhendo o que plantou “(“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará”, Gálatas 6:7).


A repercussão foi negativa e o governador tentou voltar atrás. Mas a lambança estava feita.


Mais do que revelar o caráter diminuto do homem que a proferiu, a declaração mostra a trapalhada de um político que, após décadas no poder, descobre-se sem discurso, sem programa e, segundo as pesquisas, sem eleitores.


Nem corações, nem mentes: Alckmin é um encouraçado sem rumo no qual ninguém embarca. E que, de repente, se vê tendo que falar a língua dos extremistas que ele mesmo ajudou a criar, correndo atrás de votos com perfil de Jair Bolsonaro.


A fala é tão nonsense que sequer resiste ao primeiro teste: o que mereceria, então, alguém que semeia como Alckmin?


Ele deve achar, por exemplo, que os policiais estão colhendo o que plantam com o aumento de 40% na morte de policiais militares no Estado em apenas um ano. Por isso não investe.


Que um cidadão que decide entrar na polícia civil, onde há um déficit de 12 mil policiais, diante da precariedade das condições de trabalho, está apenas colhendo o que plantou.


O que merece alguém que investe abaixo do mínimo constitucional em Educação, paga professores abaixo do piso, paga funcionários menos do que o salário mínimo, fecha delegacias, escolas, salas de aula, obriga crianças a comerem merenda enlatada com altos índices de sódio, gordura e conservante? Isso quando tem!


O que merece colher? Certamente, não a Presidência do Brasil.


Governador do maior e mais rico Estado do Brasil, postulante à Presidência desde 2006, Geraldo Alckmin nunca se interessou em construir um programa nacional. Ou não foi capaz. É o paradoxo do liberal: como posso ter um projeto de Estado quando meu projeto é eliminar o Estado?


A resposta da direita este ano parece estar não no conservadorismo econômico dos liberais e, sim, no perigoso conservadorismo da moral.


Assim, o homem que acumula sob si a maior máquina eleitoral do país, aparelhada por gerações e blindada por todos os lados, decide tentar tirar da cartola um discurso apolítico e perigoso, com mais pinta de rede social do que de República.


Muito se fala de uma crise na esquerda.


Mas a verdade é que a direita brasileira, ao implodir a democracia e as instituições republicanas, alimentou alguns monstros que, crescidos, não se contentam mais com os restos de seus donos.


Com experiência em ser devorado pelas próprias criaturas, o Dr. Frankenstein paulista chega a 2018 trocando os pés pelas mãos e mostrando que está disposto a tudo, até a ser avalista de atentado.


Enquanto Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila sobem ao palanque com Lula em defesa da democracia, do outro lado do rio o cenário é de terra arrasada.


Para quem leva a política a sério, é triste e preocupante ver o governador de São Paulo jogando ossos para a cadela do fascismo em busca de voto.


Espero que sua caminhada seja interrompida em breve; não por um tiro, mas pelo voto popular.

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Artigo: Paulo Preto, uma prova da eterna impunidade dos tucanos 
Terça-Feira, 27 de Março de 2018 - 11:07 - Categoria: Geral
 
 

*Artigo publicado no site Viomundo*



Entre as várias iniciativas fiscalizatórias do meu mandato (
veja PS do Viomundo), acrescenta-se uma representação, de 2012, para o Ministério Público Estadual sobre indícios de superfaturamento em contratos firmados pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) enquanto Paulo Vieira de Souza, o conhecidíssimo e impune Paulo Preto, foi diretor de Engenharia.


Especificamente, estava interessado em que fossem submetidos às investigações os contratos com o Consórcio Nova Tietê, da qual a Delta Construções S.A era empresa líder, e com o Consórcio Desenvolvimento Viário, responsáveis pelas obras de ampliação da Marginal Tietê nas gestões de José Serra (estadual) e Gilberto Kassab (municipal).


A minha iniciativa acabou por determinar a reabertura do Inquérito Civil nº 1241, de 2009, que havia sido arquivado.


Como Paulo Preto, ainda que ele próprio se considere um “líder”, não tem foro privilegiado na área civil, o inquérito foi mantido com o MPE-SP, sob a responsabilidade do 3º promotor de Justiça Luiz Ambra Neto, substituído recentemente pelo promotor Paulo Destro, e ainda não foi concluído.


Na esfera criminal, o Grupo de Combate aos Cartéis – Gedec –, do MPE-SP, propôs ação criminal, que tramita atualmente na Justiça Federal do Rio de Janeiro, contra boa parte dos envolvidos nos supostos superfaturamentos das obras de ampliação da Marginal Tietê, embora omita o nome de Paulo Preto.


Diante do fato novo deflagrado pela iniciativa das autoridades da Suíça, que repassaram espontaneamente à Justiça Federal de SP provas robustas de que Paulo Preto é o titular de quatro contas secretas naquele país, num total de R$ 113 milhões, estou insistindo para que o MPE-SP peça o compartilhamento dessas provas.


Estou também questionando o MPF do Rio de Janeiro (MPJ-RJ) para que, com base na delação de Adir Assad, investigue os supostos crimes federais de evasão de divisas e de lavagem de dinheiro praticados por Paulo Preto, decorrentes de obras superfaturadas de ampliação da Marginal Tietê, bem como de outras obras, também superfaturadas, no Estado de SP, onde tenha eventual participação delituosa.


Além disso, peço que o MPF-RJ solicite o compartilhamento de provas que registram suas contas no exterior.


Para oferecer oportunidade aos demais parlamentares, principalmente aos aliados de Geraldo Alckmin, de também se posicionarem em relação à trajetória desenfreada e criminosa de Paulo Preto, estou propondo a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa de São Paulo.


A proposta é apurar o impacto no Rodoanel e em outras obras estaduais da corrupção nos contratos, considerando as delações ao MPF-RJ por executivos de empreiteiras e por Adir Assad, e investigar os possíveis efeitos em custos, questões ambientais e os crimes envolvendo especialmente o ex-diretor da Dersa.


É um arsenal de providências para um único alvo. É que Paulo Preto poderia ser comparado a um highlander sem honra e sem caráter, a serviço dos interesses privadíssimos da elite do PSDB e com o dom da impunidade, capaz de escapar de qualquer denúncia e protegido por forças ocultas de delações assertivas e contundentes feitas contra ele.


Seus primeiros passos na escalada de se tornar o grande operador dos tucanos têm início em 1999, quando trabalhou no Palácio do Planalto durante os quatro anos do segundo governo Fernando Henrique Cardoso como assessor especial da Presidência, no programa Brasil Empreendedor Rural.


Em 2005, é nomeado por Alckmin diretor da Dersa, primeiro nas Relações Institucionais, e, depois, na Engenharia, nomeado por Serra.


Responsável pela obra do Rodoanel, entre outras, entra na mira de Alberto Goldmam, então vice de Serra que, em novembro de 2009, reclama com o governador, qualificando-o de incontrolável.

2010 torna-se um ano de chumbo para o herói do mundo invertido do Tucanistão.


Em abril, com a Operação Castelo de Areia em andamento, Paulo Preto deixa o anonimato que as altas cortes tucanas lhe conferiam e ingressa nas páginas políticas pelas portas dos fundos.


O resultado é sua exoneração da Dersa, logo após a inauguração do Rodoanel.


A partir daí, começa a se manifestar o poder de conseguir sumir, em especial na grande mídia, desaparecendo após os sucessivos escândalos como se tivesse o dom da invisibilidade.


E mesmo agora, recentemente, quando autoridades suíças confirmam a existência de depósitos no nome dele naquele país no valor de R$ 113 milhões – o dobro do que havia no apartamento de Geddel –, os registros na imprensa vão miando, até só sobrar a memória daqueles que insistem em não esquecer.


Paulo Preto conseguiu se livrar das mais intrincadas situações.


Foi flagrado no Shopping Iguatemi com uma joia roubada, teria dado um balão nos seus parças tucanos de R$ 4 milhões recebidos por ele para a campanha de 2010 e manteve impunemente a filha, a advogada Priscila Arana de Souza, como representante das empreiteiras que tinham negócios com a Dersa enquanto era responsável por acompanhar e fiscalizar as principais obras viárias do governo paulista.


Nenhuma das denúncias, dos questionamentos jurídicos e das investigações motivadas por esta coleção de ilegalidades chegou nem perto de ameaçar a liberdade dele.


Ele seguiu lépido em sua trajetória, cobrando pública e objetivamente os favores prestados.  É lendário o aviso enviando a um Serra combalido por uma campanha eleitoral desgastante contra a então também candidata ao primeiro mandato Dilma Rousseff.


Após o nome dele ser lançado pela adversária durante um debate, Serra, questionado pela imprensa, disse que não sabia quem era.


Rapidamente, Paulo cunhou em resposta a antológica frase “não se larga um líder ferido na estrada em troca de nada. Não cometam esse erro”. Ameaça e chantagem explícita foram entendidas rapidamente e Serra, em seguida, já se lembrava do cara e o defendia: “A acusação contra ele é injusta”.


Estava selada a mensagem. Não mexam com o cara, avisou o alto tucano. Nem mesmo a contundente delação do operador financeiro Assad à Lava Jato, feita em 2017, confirmando informações anteriores com variações sobre o mesmo tema oferecidas por delatores da Odebrecht, impediu Sergio Moro e os procuradores de manterem-se na mais ostensiva omissão.


Assad afirmou ter repassado cerca de R$ 100 milhões para Paulo entre 2007 e 2010, na gestão José Serra (PSDB) no governo de São Paulo.


O operador utilizava suas empresas de fachada para lavar recursos de empreiteiras em obras viárias na capital e região metropolitana de São Paulo, entre elas a Nova Marginal Tietê, o Rodoanel e o Complexo Jacu-Pêssego.


As empreiteiras subcontratavam as empresas de fachada de Assad, o valor das notas frias era transformado em dinheiro e as companhias indicavam os beneficiários dos recursos. Entre 2007 e 2012, o operador movimentou cerca de R$ 1,3 bilhão em contratos fictícios assinados com grandes construtoras.


Resumindo, foram bilhões desviados pelo esquema montado por Paulo Preto em São Paulo, com confirmação de diferentes fontes, inclusive, a mais recente, internacional, e não há ação efetiva de investigação, além da incipiente denúncia do MPF de São Paulo, noticiada nesta quinta-feira (22/03), sobre desvio de R$ 10 milhões destinados ao reassentamento de pessoas desapropriadas por obras da Dersa.


Há uma forte e determinada blindagem em torno daquele que já foi descrito como o “homem-bomba do PSDB”.


Se os pratos da balança continuarem pendendo leves para os tucanos, os helicópteros de Perrella mantiverem os voos recheados de pó, os carteis dos trens e do Metrô paulista prevalecerem como apenas um desvio entre servidores e empresas estrangeiras, se a máfia da merenda permanecer sugando a energia dos estudantes, não há hipocrisia capaz de impedir a revelação desta farsa envolvendo Justiça e tucanos impunes.


PS do Viomundo —  João Paulo Rillo é deputado estadual em São Paulo. Nesse sábado (24/03), após 25 anos de militância no PT, ele  foi para o Psol. As atividades fiscalizatórias a que ele se refere no texto ocorreram no mandato como deputado do PT.

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UM NOVO CAMINHO 
Terça-Feira, 27 de Março de 2018 - 11:02 - Categoria: Geral
 

 Aos 16 anos, apaixonei-me profundamente. A militância política e o Partido dos Trabalhadores mudaram minha vida para sempre.


Adolescente, tinha sonhado em ser jogador de futebol, astronauta e até cantor de banda de rock, nada além das expectativas da classe média baixa paulista do interior de São Paulo. Embora não fosse filho de trabalhador da indústria – meu pai era funcionário da antiga TELESP –, estudei nove anos no SESI 410, construí grandes amizades, conheci a mãe do meu filho e fui presidente do Centro Cívico. Lá experimentei as maravilhas e as contradições de uma escola bem estruturada e exclusiva, onde misturavam-se classes e, obviamente, predominavam os hábitos, desejos e a cultura dos mais abastados.


Foi na escola pública, no primeiro colegial, que encontrei meus iguais, de origem semelhante e de sonhos parecidos. Identifiquei-me muito mais com a escola pública pobre e guerreira, diferente do disputado e muito bem estruturado SESI 410. No Antônio de Barros Serra, fui atraído para a organização coletiva e para a militância política de esquerda. Foi nessa escola que experimentei meu primeiro gesto de solidariedade de classe, organizando com outros colegas nossa primeira paralisação estudantil em apoio à greve dos serventes e merendeiras por melhores condições de salário e trabalho.


Daí, fomos convidados para participar da reorganização do movimento estudantil em Rio Preto em 1993, alguns meses depois das gigantescas passeatas dos caras pintadas pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Melo. Na primeira assembleia geral no tradicional Instituto Monsenhor Gonçalves, fui acompanhado de meia dúzia de amigos, eu vestia uma camiseta da Legião Urbana, o Fabrício, uma do Pink Floyd e o Luizão, a do Raul Seixas – até aquele momento, essas camisetas eram a expressão máxima da nossa rebeldia.


O êxito da nossa paralisação me levou a compor a pró-UMES, uma comissão de nove estudantes que organizaria a eleição da primeira diretoria da UMES. As demais diretorias foram eleitas em congressos estudantis, mas a primeira foi eleição direta. Com o lema “Organize sua rebeldia”, quase 16 mil estudantes votaram em uma chapa unificada e nascia ali uma entidade estudantil forte e representativa, que, de certa forma, interferiu na vida pública da cidade. Fui eleito diretor de Cultura na primeira diretoria e, no ano seguinte, presidente no primeiro congresso da UMES, em uma disputa acirradíssima contra a juventude do PMDB.


Os partidos de esquerda e de centro-esquerda da época – PT, PCdoB, PCB, PV, PDT e, pasmem, parte do PSDB – estavam no suporte dessa organização. Mas a predominância era a militância petista. As pessoas mais cativantes, preparadas e encantadoras eram do PT. O partido dava organicidade e coesão política ao movimento. A entidade era autônoma, com suas diversidades ideológicas e dinâmica própria, mas era no partido onde buscávamos orientação e rumo para a nossa luta estudantil.


Foi uma época de muita efervescência e formação política. Fui facilmente “cooptado” por essa que é, até hoje, uma grande a arrebatadora paixão: a militância petista. O PT se reunia toda semana, avaliava a conjuntura e organizava as tarefas da audaciosa construção de um projeto de transformação do país. Existia um sentimento de pertencimento, de permitir a cada um ser protagonista da própria história, de se sentir importante na busca de uma utopia possível.


O partido, desde então, passou a ser minha casa e minha família de caminhada. Os companheiros eram críticos e duros entre si nas discussões e divergências políticas, mas eram doces, ternos e solidários nas relações humanas. O PT acolhia todos aqueles que, por algum motivo, sentiam-se excluídos de uma sociedade mercadológica e opressora.


A juventude do PT de Rio Preto se tornou muito forte e organizada. Em dois anos de militância, passamos a ser o maior núcleo do PT. Com apenas 18 anos, disputei uma eleição interna e, por uma diferença de apenas 9 votos, assumi, junto com meus jovens companheiros, a presidência e a direção do partido.


Depois de 22 anos de muita luta e construção, chegamos à Presidência da República e mudamos para melhor a vida de milhões de brasileiras e brasileiros. Iniciamos uma mudança estrutural nesse país, interrompida brusca e traiçoeiramente por uma elite financeira perversa e odiosa. Se é verdade que a perseguição ao Lula e ao PT é muito mais pelos acertos do que pelos erros, também é verdade que nossos erros e contradições facilitaram em muito o plano golpista. Mas só o tempo poderá esclarecer com precisão quais foram os nossos erros e desvios de percurso. Não cabe aqui, fazer esse balanço. A história o fará muito melhor de que qualquer um de nós.


Nem nos piores pesadelos seria imaginável um retrocesso tão grande, tão cruel com os mais pobres e exterminador de esperanças como esse golpe de estado continuado. Um golpe diferente, sempre comandado por interesses internacionais, mas engendrado dentro de instituições moderadoras da nossa democracia. Dessa vez, sem tanques e cavalaria, eles vieram de toga, galopando no pasto do grande latifúndio da mídia familiar. Levaram milhões às ruas, compraram o sempre disponível parlamento e patrocinaram a sucumbência da política em favor da nova tirania financista do século XXI. O sistema financeiro capturou a democracia e o estado brasileiro e levará até as últimas consequências a drástica redução do estado social e a entrega das riquezas naturais e estruturantes do nosso povo.


Os partidos de centro e direita, como PSB, PV, PMDB, PSDB, PPS e cia., capitularam na massacrante narrativa de “combate” à corrupção. Iludiram-se com a indignação seletiva da burguesia. Pensaram que passariam ilesos e triunfariam sobre o corpo estendido de Lula e do PT. Nem uma coisa nem outra aconteceu.


O PT mantém-se vivo e no jogo e Lula lidera todas as pesquisas de opinião. A resistência ainda não chegou às massas, mas as ruas continuam inquietas e ruidosas a cada avanço contra os direitos sociais.


Neste partido, que foi minha casa durante 25 anos, aprendi a ter lado na vida. Mas fechou-se um ciclo histórico, não posso permitir que meu otimismo na ação política se perca em inúteis disputas internas. Nossa posição de mudança radical nos rumos do partido, por ora, foi derrotada.


Há tempos cumpro a tarefa da representação parlamentar e minhas diferenças política com a maioria da bancada, hoje, são abissais. A bancada de deputados estadual se tornou uma instância máxima de deliberações à revelia das direções partidárias, subverteu a lógica e, hoje, é ela quem orienta o partido e não o contrário. Na minha visão, tornou-se impossível fazer de mandatos parlamentares trincheiras de resistência política, de formulação programática, espaços de invenção e ousadia, como já foram um dia. O pragmatismo e a conciliação contaminaram nossa bancada, impedindo qualquer ação mais ousada de enfrentamento à direita paulista.


Não se trata de apontar culpados nesse esgarçamento e esgotamento político na bancada. Mas há limites de paciência histórica e convivência. O processo de retaliação e veto continuado ao qual fui submetido acelerou meu ceticismo. O PT de São Paulo fez uma opção por um comportamento dócil com seus adversários, duro com os divergentes internos e demasiadamente burocratizado e distante da sua militância. Essa constatação é cristalina, especialmente no interior do Estado, de onde venho. Porém, os intensos e bons momentos vividos dentro do PT se sobrepõem a qualquer indisposição colateral advinda de disputas políticas.


Encerro por aqui as críticas dentro do PT. Saúdo aos que ainda encontram energia para resistir nessa expectativa. Em especial as companheiras e companheiros do coletivo Plenária Democrática e Socialista, com quem convivi fraternalmente no último período.


Perco o direito de discutir os rumos do partido, as mudanças e reformulações que acreditei que poderiam e deveriam ser feitas. Hoje, resta-me apenas o dever da gratidão e do reconhecimento a este que é, sem dúvida, ainda, o principal instrumento da classe trabalhadora deste país. Aprendi também que as mulheres e homens de esquerda, por mais que discordem, sempre estarão do mesmo lado.


Hoje, sinto necessidade de sentir o cheiro da esperança e da utopia que os botons, os quadros, os cartazes, os panfletos, as colas de polvilho, as nossas festas e a nossa militância exalavam. Desejo servir novamente a um novo projeto a ser construído “tijolo por tijolo num desenho mágico”. Despeço-me da condição de incendiário interno nos últimos anos para depositar essa energia na construção de unidade entres nós, mulheres e homens de esquerda, plantar e regar novos sonhos e utopias.


Resisti em tomar o caminho incontornável, em parte, pelo obstáculo severo reproduzido na seara de siglas sem qualquer conteúdo ideológico. Em outra parte, pelo lado esquerdo do peito que sempre teve Lula e o PT guardados, misturados a meu sangue e oxigênio.


Foi com esperança que acompanhei o PSOL rotacionar ao ponto de posicionar-se clara e oficialmente a favor da participação de Lula nas eleições e contra o processo judicial seletivo ao qual o ex-presidente tem sido submetido. Uma sinalização inquestionável de um partido cujo amadurecimento político admite a importância da liderança de Lula, ainda que mantenha críticas ao partido que, em parte, fariam bem inclusive ao próprio PT.


Um PSOL que, desta forma, solidário a Lula na trajetória nefasta imposta por uma Justiça cega e solerte, observa o recrudescimento da violência vitimando sua própria liderança.


Um PSOL cujo aprofundamento ideológico o lança com altivez e ousadia a um novo processo de construção, optando por um brilhante líder de 35 anos, acompanhado de uma líder indígena ao cargo máximo de direção dessa Nação. Guilherme Boulos e Sonia Guajajara nos representarão em uma das eleições mais tensas e intensas da história desse país.


Se tudo é muito simples, singelo e pequeno comparado a outras estruturas partidárias, existe por trás uma sofisticada utopia, uma grandeza de propósito e uma vontade verdadeira de forjar novas experiências de linguagem e organização.


Sinto-me bem e leve ao fazer a maior e mais intensa travessia da minha vida.


Saio do PT, mas sigo na luta contra a perseguição do partido, do presidente Lula e comprometido com a construção do primeiro ensaio de uma frente democrática e popular, um movimento, uma candidatura que é a aliança honesta da construção partidária com a construção de reconhecidos movimentos sociais. Esse é um mérito histórico que o PSOL, corajosamente, crava em sua trajetória.


Desejo sorte e vida longa ao maior e mais popular partido de esquerda da América Latina.


Minha casa agora é outra, mas continuo morando na mesma rua e a esquina da História será sempre o nosso ponto de encontro.


Até breve, companheiros!


A nossa luta continua!


João Paulo Rillo

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PL OBRIGA PLANOS DE SAÚDE A EXPLICAREM RECUSA DE COBERTURA 
Segunda-Feira, 5 de Março de 2018 - 09:39 - Categoria: Geral
 
 

Nosso PL 58/2018 determina que os plano de saúde documentem, por escrito, os motivos de recusarem o atendimento total ou parcial a seus clientes.


A questão já foi validada pelo STF. Leia aqui: https://tinyurl.com/ybgwfugv



Precisamos agora que seja aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo. Acompanhe o projeto e compartilhe essa luta!


Tramitação do PL: https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000204065&tipo=1&ano=2018


 


 


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ARTIGO: “Alckmin é o patrão que paga menos do que deve” 
Segunda-Feira, 5 de Março de 2018 - 09:29 - Categoria: Geral
 

 *Artigo originalmente publicado no site do Partido dos Trabalhadores * 


Nos últimos quatro anos, o salário inicial da PM paulista desvalorizou cerca de mil reais. E, em um ano apenas, a taxa de policiais mortos em serviçono Estado de São Paulo cresceu 40%.


Taí um bom ponto de partida para que se esclareçam dois fatos que costumam ser nublados pela retórica liberal e que contaminam o debate com desinformação: o primeiro deles é lembrar de quem falamos quando falamos de servidores públicos.


A imagem do burocrata que empurra os anos com a barriga até a chegada da aposentadoria serve a uma narrativa que esconde policiais, serventes, professores, enfermeiros, médicos, bombeiros. É de saúdeeducação, segurança, ciência, saneamento, fiscalização e desenvolvimento que estamos tratando.


O segundo fato é a confusão que a palavra reajuste pode causar. Reajuste não é aumento. É a atualização do valor pago por um determinado trabalho para que não fique defasado frente à inflação, por exemplo. Os anos que os trabalhadores estaduais de São Paulo estão sem reajuste – e são dois, três, quatro anos, dependendo da categoria – são anos em que estão, na prática, ganhando menos do que foram contratados para ganhar.


Geraldo Alckmin é um patrão que paga menos do que o combinado.


O governador está em seu 14º ano à frente do Estado de São Paulo, isso sem contar os anos como vice-governador e secretário de Desenvolvimento. Mas Geraldo Alckmin está surpreso com a folha de pagamento do Estado. Diz que não tem como pagar o que propôs que pagaria, que não pode honrar os contratos que fez com os trabalhadores. Na realidade, Alckmin surfa na popularidade das perigosas políticas de austeridade – políticas como a que detonou o terror no Espírito Santo para afirmar que o Estado que ele mesmo criou é inviável, num discurso ideológico de quem põe o privado à frente do público.


Criar problemas para vender soluções não é novidade nas gestões tucanas. Diante do arrocho de anos, repetido sistematicamente ao longo da década e meia de administração, os trabalhadores sequer têm força ou trunfos para lutar quando, às vésperas de sair novamente candidato, Alckmin anuncia um reajuste ofensivo de 3,5%.


O reajuste está na pauta de votações da Assembleia, e deve ser votado em breve. Com emendas minhas e de outros deputados da bancada petista, lutamos, pelo menos, para melhorar o reajuste e o auxílio-alimentação para todas as categorias. Mas a urgência das necessidades financeiras faz com que qualquer mobilização sucumba diante da alternativa de receber logo qualquer alívio.


O Estado de São Paulo hoje sofre um achatamento desesperador. Faz concursos para servidores oferecendo menos do que o mínimo estadual; paga o pior salário para seus delegados

– e fecha delegacias -, ignora o investimento mínimo constitucional da Educação e destrói hospitais.


Despreza contratos, Constituição, bom senso e humanidade.


O achatamento dos salários é o retrato claro do sucateamento do Estado de bem-estar social. E é uma opção político-ideológica. Alckmin, já em franca campanha, diz que fará pelo Brasil o que fez por São Paulo. Palavras dele.

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Rillo assegura recondução de professores da Categoria F às Salas de Leitura 
Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018 - 15:27 - Categoria: Geral
 
 

O deputado estadual João Paulo Rillo conseguiu manter os professores da Categoria F à frente do projeto das Salas de Leitura. Portaria de 13 de dezembro de 2017 assegurou a recondução dos professores às atividades desta estratégia pedagógica. Em todo o Estado, são mais de 600 municípios com Salas de Leitura, em 3.143 escolas, atendendo 2,3 milhões de alunos.





Lideranças no desenvolvimento do projeto, os professores da Categoria F foram qualificados para as atividades inclusive com cursos realizados em parceria com o Instituto Ayrton Senna e  estavam ameaçados de serem substituídos por professores readaptados. Segundo a portaria, professores com avaliação satisfatória do Conselho Escolar serão reconduzidos automaticamente.





Alertado sobre o problema em reunião, em novembro de 2017, com professores de Jales e Luis Especiato, diretor da EE Professor Carlos de Arnaldo Silva – Prata, Rillo questionou o secretário de Estado da Educação, José Renato Nalini, durante audiência de prestação de contas, em dezembro, na Assembleia Legislativa. “Embora o secretário estivesse disposto a solucionar a situação, a mobilização dos professores foi determinante para esta conquista”, relembra o parlamentar que, ao longo dos últimos dois meses, insistiu em gestões junto ao governo para obter uma solução para o problema.





A portaria de dezembro contrapõe resolução anterior que havia, desde julho de 2017, priorizado a atuação dos professores readaptados nas Salas de Leitura. Com atividades lúdicas, dança, poesia, teatro, interpretação de texto, incomuns em uma sala de aula tradicional, as Salas de Leitura poderiam exigir um esforço maior dos professores readaptados, retornando de um tempo de afastamento por questões de saúde. “Precisamos assegurar a continuidade do projeto com qualidade e, ao mesmo tempo, fiscalizar para que os professores readaptados sejam acolhidos em seu retorno ao trabalho com os cuidados necessários à condição deles”, defende Rillo. 

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Rillo é o deputado que mais traz recursos para Rio Preto 
Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018 - 15:01 - Categoria: Geral
 
 

 Com a aprovação do Orçamento impositivo pela Assembleia Legislativa, João Paulo Rillo é o deputado estadual com maior volume de recursos destinados para São José do Rio Preto em 2018. Com garantia legal e sem a interferência do governador Geraldo Alckmin na liberação dos recursos, Rillo é responsável por indicar para a cidade 12 propostas ao Orçamento que totalizam R$ 1.350.000,00.





Os recursos indicados por Rillo vão ser investidos em obras, saúde, cultura e auxílio às entidades sociais. A principal preocupação do parlamentar foi ampliar os investimentos em Saúde em Rio Preto. São R$ 585 mil destinados para a aquisição de aparelhos de raio X para as UPAs do Santo Antônio e da Vila Toninho e para custeio para a Santa Casa.





Em infraestrutura, o principal investimento, de R$ 300 mil, é para a urbanização e construção de pista de caminhada, área de lazer e esporte na periferia da cidade. Também entre as obras, atendendo pedido do secretário Pedro Ganga, foram destinados R$100 mil para reforma do teatro Nelson Castro. Ainda na Cultura, R$ 65 mil serão utilizados na aquisição de equipamentos para os teatros municipais.





Outro recurso endereçado para a Prefeitura atende solicitação da secretária municipal Maureen Leão Cury, dos Direitos e Políticas para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia. Ainda foram atendidas, com um total de R$ 300 mil, as entidades sociais APAE,  São Judas,  CAD,  Associação Renascer e a Cooperlagos.  

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ARTIGO: AS PESSOAS NÃO CABEM NO ORÇAMENTO DE EDINHO 
Sábado, 30 de Dezembro de 2017 - 09:03 - Categoria: Geral
 
 

 


O prefeito Edinho Araújo termina seu primeiro ano de mandato com um objetivo revelado: a reprodução, em São José do Rio Preto, da receita nefasta de seu padrinho político e amigo Michel Temer. Dia após dia, o peemedebista daqui, assim como o de Brasília, lança ataques aos cidadãos em nome de uma ideologia excludente, em que as pessoas não têm espaço e tudo é permitido em nome de medidas recessivas. Corta, diminui e piora os serviços públicos, enquanto aumenta impostos e taxas.


Assim que chegou ao poder, Edinho começou um governo que em nada se assemelhava ao que apresentou em sua campanha. De cara, reajustou as tarifas de água em mais de 15% e dobrou o número de rio-pretenses que tiveram o fornecimento de água interrompido por falta de pagamento. Mas o principal devedor do Semae, cuja conta chega a R$ 3 milhõesnão teve seu fornecimento afetado. Porque apenas o cidadão comum é submetido à austeridade de Edinho e Temer.


Da mesma forma, atendeu rapidamente o pedido das empresas concessionárias e aumentou em 15% o valor das passagens do transporte público sem exigir as melhorias prometidas durante a campanha, como ar-condicionado e wi-fi nos veículos. Ao contrário, permitiu que fossem tirados de circulação 15 ônibus da frota, uma redução de 82 mil quilômetros rodados a cada mês. Menos ônibus, mais desconforto e passagens mais caras.


Na Saúde, mais cortes e insensibilidade. Edinho permitiu o fechamento do Ielar e mandou o secretário à Câmara avisar que, indiferente à mobilização dos moradores da região norte, a UPA do Santo Antônio será fechada na madrugada. Tudo para economizar R$ 100 mil mensais, custe o que custar. O grande projeto para Saúde, o questionado Poupatempo, deveria ser instalado até o final do ano em um shopping -  bem distante dos bairros onde a demanda pelos serviços do SUS é maior.


A intransigência do prefeito com os desvalidos é notória e se repete na incapacidade de encontrar uma solução para os 500 sem-teto da ocupação (João sugeriu) da Vila Itália.


Diante desse perfil, não chega a chocar que a secretária de Educação originalmente indicada por Edinho não tenha durado quatro meses. Todos os 500 anjos da guarda foram colocados na rua e as escolas municipais viraram alvo de vandalismo em série. Sem qualquer constrangimento pela falta de originalidade, Edinho ainda impõe aos alunos o velho drama da falta de uniforme, adicionando pitadas de crueldade ao entregar somente em agosto peças que tinham sido adquiridas pela administração anterior.


Os prejuízos para os rio-pretenses se estendem para além dos setores mais carentes. Para turbinar a arrecadação, Edinho alterou regras de cobrança do ISS (Imposto Sobre Serviços) para aumentar o recolhimento em R$ 24 milhões em 2018. Ao lado dos prestadores de serviço, empresários de tecnologia também receberam notícias desalentadoras vindas do governo. Edinho avisou que o Partec, ansiosamente aguardado, precisa de mais investimentos para entrar em funcionamento: coisa de mais uns R$ 20 milhões.


Enquanto reserva duras exigências para a maioria, o prefeito trata com benevolência certos nichos da sociedade. Sem maioria na Câmara, depende de toma lá dá cá para driblar chantagens e até uma comissão processante. Assim, oferece velório para um, funcionamento de igrejas perto de postos de combustíveis para outro e cargos para muitos. A operação garante a aprovação de quase tudo no Legislativo, principalmente de empréstimos de quase R$ 230 milhões, que vão elevar a dívida da Prefeitura em 104%, chegando a R$ 449 milhões.


Da mesma maneira, há gastos que passam batido pela austeridade que afeta quem não tem saúde, emprego, escola, teto. 


Como, por exemplo, o Trem Caipira, uma fixação do prefeito, inventado na sua gestão anterior, que já consumiu R$ 1 milhão e fez dois passeios em oito anos. Desde que retomou o cargo, Edinho gastou R$ 21 mil com serviços de técnico ferroviário, mais R$ 8 mil para transportar o trem dos trilhos para a garagem e abriu pregão de quase R$10 mil para compra de peças.



E apesar de ter usado e abusado do tema cultura em suas propagandas, na prática, Edinho fez com a cultura aquilo que todo gestor obtuso e burocrata faz, a deixou fora do eixo de desenvolvimento humano e social da cidade. Não reservou orçamento necessário para a pasta, deixando seus dirigentes e gestores da secretaria constrangidos frente a artistas e produtores da cidade.


Após estes meses de governo, dificilmente o bordão “Volta, Edinho”, usado à exaustão pelo então candidato durante a campanha eleitoral, conseguiria algum eco pela cidade.


Mas sempre é tempo de mudanças, espero e torço para que, em 2018, Edinho se afaste de Temer e de sua linha de austeridade contra o povo. Espero também que exerça sua autoridade e interrompa o projeto de desmonte do SUS iniciado pelo seu vice e repactue com a maioria dos moradores da cidade que o elegeu prefeito.

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Rillo apresenta propostas de emendas para Auriflama 
Quarta-Feira, 29 de Novembro de 2017 - 10:19 - Categoria: Geral
 

Artigo publicado originalmente no portal Pô Auriflama


O deputado estadual João Paulo Rillo (PT), cumpriu o prometido em Auriflama e apresentou propostas de emendas no orçamento do Estado, destinando recursos para a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Auriflama e para a Escola Estadual Maria Pereira de Brito Benetoli.


Para a Apae, Rillo apresentou 150 mil reais, visando a construção de uma piscina aquecida. Já na Escola, o parlamentar propôs 500 mil reais para a construção de um anfiteatro.


Durante o mês de outubro, o parlamentar esteve em Auriflama visitando as duas entidades e se comprometeu a encaminhar os recursos.


Agora, as propostas apresentadas por Rillo serão apreciadas pela Comissão de Finanças e Orçamento e pelo Plenário da Assembleia Legislativa, antes do encerramento do ano.


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Rillo se reúne com prefeitos e lideranças de municípios da Região Metropolitana de Rio Preto 
Terça-Feira, 28 de Novembro de 2017 - 15:14 - Categoria: Geral
 

A região metropolitana de São José do Rio Preto e os benefícios para o equilíbrio financeiro dos municípios incluídos nesta moderna forma de gestão regional foram um dos temas dos encontros que o deputado estadual João Paulo Rillo teve, sexta-feira, dia 16, com prefeitos e lideranças regionais de Bady Bassitt, Nova Aliança, Mendonça e José Bonifácio.


 


 


BADY BASSITT


 Rillo iniciou a agenda em Bady Bassitt, em encontro com o prefeito Luiz Antônio Tobardini. O parlamentar apresentou um balanço do trabalho realizado na Assembleia, em especial dos investimentos obtidos para a cidade, como os recursos destinados ao Fundo de Solidariedade do município, em 2011 e 2014, totalizando R$ 60 mil, utilizados para a aquisição de equipamentos e máquinas de costura para o curso de corte e costura do programa de geração de renda desenvolvido pela Prefeitura. Ele também foi autor de proposta que liberou R$ 30 mil para o Meio Ambiente adquirir equipamentos para reciclagem de materiais.


 


NOVA ALIANÇA


Em Nova Aliança, o deputado apresenta ao prefeito Antônio Donizetti Fajan e ao vice Vandil Baptista as propostas apresentadas por ele ao Orçamento de 2018 para o município. Rillo está defendendo investimentos de R$ 200 mil em recursos estaduais para aquisição de medicamentos para a Saúde, R$ 300 mil para cobertura da quadra de esportes do Conjunto Habitacional Nova Aliança e R$100 mil para aquisição de equipamentos para aquecimento da Piscina Pública.


 


MENDONÇA


Com o prefeito de Mendonça, Antonino Caetano de Souza, conhecido popularmente como Sabiá, será avaliado o andamento da proposta ao Orçamento de autoria de Rillo de R$ 100 mil para a aquisição de ambulância. A documentação foi assinada recentemente pelo prefeito que aguarda a liberação do veículo.


Rillo também foi autor de outras propostas aprovadas que trouxeram benefícios para o município, como R$ 140 mil para aquisição de veículos para transporte de pacientes do SUS e da APAE, R$ 90 mil para a aquisição de ambulância e R$50 mil para custeio da saúde municipal.


 


JOSÉ BONIFÁCIO


Rillo encerra a agenda desta sexta-feira, dia 16, em José Bonifácio em reuniões com a imprensa, apoiadores e visitas à Santa Casa, à ABAM - Associação Bonifaciana dos Amigos dos Menores e APAE, entidades cujos esforços de assistência e apoio os moradores de José Bonifácio têm contado com o apoio do deputado. Rillo destinou, por meio de proposta ao Orçamento, R$ 60 mil para aquisição de equipamentos e veículo para APAE, R$ 50 mil para reforma e ampliação da sede da ABAM e R$ 220 mil para reforma do Pronto Socorro e aquisição de equipamentos médicos hospitalares para a Santa Casa, além de outro recurso de R$ 50 mil para o hospital, que aguarda a entidade apresentar a documentação para a assinatura do convênio. O deputado também acompanha o trabalho da Casa Raio de Sol, para a qual conseguiu R$ 20 mil para aquisição de equipamentos, e a Associação Lar Para os Velhos, que será beneficiada com R$30 mil para aquisição de equipamentos.


 


Para apoiar o Poder Público e ampliar os investimentos na cidade, o deputado encaminhou R$ 30 mil paraaquisição de veículo para o departamento de Assistência Social, R$ 50 mil para construção de campo de malha, R$ 100 mil para aquisição de veículos (com R$ 50 mil ainda para ser liberado) e R$ 30 mil para aquisição de veículo para o departamento de Meio Ambiente. No Orçamento de 2018, Rillo está defendendo a aplicação de R$ 800 mil para construção de um Teatro Municipal na cidade, R$ 5 milhões para construção de um AME – Ambulatório Médico de Especialidades, R$ 5 milhões para manutenção da estrada vicinal Manoel Guapo, que liga José Bonifácio a Nipoã e R$ 300 mil para a Santa Casa de Misericórdia.


 


Ainda no município, o parlamentar vai conhecer o Posto de Saúde no distrito de Santa Luzia.

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