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João Paulo Rillo
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Investimentos e geração de emprego centralizam agenda de Rillo na região noroeste 
Segunda-Feira, 13 de Novembro de 2017 - 00:27 - Categoria: Geral
 

O deputado estadual João Paulo Rillo participou, nesta sexta-feira, dia 10, de reuniões de trabalho na região noroeste do Estado. A agenda incluiu encontros com lideranças regionais e prefeitos de Américo de Campos, Votuporanga, Cosmorama, Alvares Florence e Cardoso.





Américo de Campos


Logo cedo, em Américo de Campos, Rillo conversou com funcionários da Prefeitura e lideranças sobre geração de emprego. O parlamentar é autor de emenda de R$ 300 mil ao Orçamento de 2018 para a ampliação da incubadora de empresas. “O objetivo é aumentar a oferta de oportunidades para os moradores”, concluiu. Ele foi recebido pelo prefeito Carlos Roberto Achilles e a vice-prefeita Rosinha Miron. Também estavam presentes a vereadora Lucineia Peixoto e os vereadores Norival de Jesus, Osvaldo Caires e Luís Carlos Formagi.    





Votuporanga


Em seguida, em Votuporanga, acompanhado da presidente do PT na cidade, Rosa Chiqueto e do ex-vereador Jura, Rillo apresentou um balanço do mandato dele à imprensa, avaliou a difícil conjuntura política e econômica do país, os desdobramentos da reforma trabalhista e alertou sobre o projeto do governo estadual que pretende permitir a inserção dos consumidores no cadastro de inadimplentes sem comunicação prévia formal.


O parlamentar falou também sobre as propostas que apresentou para ampliar os investimentos do governo estadual na cidade. Ele propôs, no Orçamento de 2018, a destinação de R$ 400 mil para a construção de creche no bairro Boa Vista II e de R$ 40 mil para a aquisição de equipamentos para o Lar São Vicente de Paula.


No início da noite, Rillo retornou à cidade para encontro com o coordenador da Macro Noroeste, Antônio Carlos Nogueira, o Cacaio, e militantes no Diretório Municipal do PT.


 


Cosmorama


Em Cosmorama, Rillo foi recebido na casa do Sr. Valdivino e da D. Clara e conversou com lideranças da cidade sobre as iniciativas locais envolvendo a reciclagem do lixo. Autor de proposta para assegurar R$ 150 mil para a ampliação do Centro de Triagem de Resíduos Sólidos, Rillo afirmou que “a reciclagem se impõe como um desafio muito benéfico para os municípios comprometidos com a sustentabilidade”.





Alvares Florence


No final da tarde, o parlamentar esteve em Alvares Florence, com o prefeito Calimério Sales, que agradeceu a emenda sugerida pelo PT municipal e apresentada por Rillo, de R$ 200 mil, para reformar a área de lazer Lagoa Igapira.  





Cardoso


Em Cardoso, em encontro na casa do ex-vice-prefeito Renato Tavares com companheiros do PT local, Rillo reafirmou seu compromisso com cidade para a qual apresentou proposta ao Orçamento de R$ 200 mil para custeio para a Santa Casa de Misericórdia. 

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Projeto de lei de Rillo protege câmpus 3 da Unesp Ilha Solteira 
Terça-Feira, 7 de Novembro de 2017 - 19:51 - Categoria: Geral
 
 

 O diretor da Unesp Câmpus de Ilha Solteira, Prof. Dr. Enes Furlani Junior, recebeu o deputado João Paulo Rillo na universidade para discutirem como o mandato de Rillo pode ajudar nas diversas batalhas que a instituição enfrenta. Discutiram, entre outras coisas, o modo tucano de estrangulamento das universidades, que vem promovendo perdas que levarão uma geração para serem recuperadas, e sobre a luta histórica para aumentar o repasse do ICMS. 



Mas, mais especificamente, discutiram também sobre as lutas específicas do câmpus 3 de Ilha Solteira, que está instalado em um prédio da CESP - que está prestes a ser vendido pelo Estado. Em poucos dias, Rillo protocolou um projeto de lei que transfere para as universidades púlicas paulistas os imóveis da CESP já afetados para seu uso. Além disso, fez um requerimento de convocação dos secretários ligados ao tema, para que venham esclarecer o destino de tais áreas, e também para uma audiência pública.


 

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Rillo cria projeto para agilizar pagamento de indenização a policiais 
Terça-Feira, 7 de Novembro de 2017 - 19:15 - Categoria: Geral
 
 

 As famílias dos trabalhadores policiais militares que são mortos em serviço, assim como aqueles vítimas de invalidez total ou parcial, têm justo direito a uma indenização de até R$ 200 mil reais paga pelo Estado de São Paulo a eles e suas famílias. Porém, hoje não existe nenhuma regulamentação sobre o prazo desses pagamentos. Isso significa que, muitas vezes, o processo se alonga e as famílias desses trabalhadores ficam desamparadas.


Isso precisa ser melhorado. Por isso, o deputado João Paulo Rillo protocolou na Assembleia Legislativa de São Paulo o PL 996/2017, que estabelece um prazo máximo e razoável para que o Estado cumpra sua obrigação - até 30 dias após a conclusão do procedimento administrativo específico, que, por sua vez, deverá ser concluído no prazo de até 60 dias de sua instauração.



O Estado pode e deve pagar a indenização prevista na lei o mais brevemente possível àqueles que perderam seu ente querido – o esposo, a esposa, o pai, a mãe – e àqueles que perderam total ou parcialmente sua capacidade laboral na defesa da segurança pública.


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Seminário mobiliza sociedade em apoio à criação da Região Metropolitana 
Sexta-Feira, 19 de Maio de 2017 - 19:07 - Categoria: Geral
 
 

O Seminário “Região Metropolitana de São José do Rio Preto – Caminhos do Desenvolvimento”, realizado nesta sexta-feira, dia 19, na Acirp (Associação Comercial e Empresarial), em São José do Rio Preto, resultou em documento ao secretário de governo de Geraldo Alckmin, Samuel Moreira, para serem iniciadas as audiências públicas para a criação da Região Metropolitana de São José do Rio Preto. O seminário foi realizado pela Frente Parlamentar em Defesa da Região Metropolitana de São José do Rio Preto, coordenada pelo deputado estadual João Paulo Rillo. O deputado estadual Orlando Bolçone, integrante da Frente, também participou do evento.

O documento destinado ao secretário destaca “a força econômica, o dinamismo empresarial e o compromisso da sociedade civil” e cobra “a atenção do Governo Estadual para soluções institucionais que potencializem o desenvolvimento sustentável regional”.

Participaram do encontro os prefeitos de Rio Preto, Edinho Araújo, de Cedral, Paulo Ricardo Beolchi de Lucas, e de Tanabi, Norair Cassiano da Silveira, o vice-prefeito de Nova Aliança, Vandil Batista, além de representantes das Câmaras de Paulo de Faria, Guapiaçu, Nova Granada, Ibirá e Rio Preto e de representantes da AMA (Associação dos Municípios da Araquarense), Coperlagos (Cooperativa de Coleta Seletiva, Beneficiamento e Transformação de Materiais Recicláveis de São José do Rio Preto), AAMA (Associação Amigos dos Mananciais de São José do Rio Preto), ONG Brasil Planeta Verde, Rio Preto Sustentável e do deputado Itamar Borges. 

O deputado João Paulo Rillo abriu o encontro destacando a importância da união da sociedade civil em torno da luta para criação da Região Metropolitana. Ele é autor do projeto, aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa, em 2013, que cria a Região Metropolitana de São José do Rio Preto integrando 30 municípios.

“A defesa da Região Metropolitana reúne os mais diversos setores da sociedade porque é uma organização moderna e generosa em torno de soluções compartilhadas”, avalia Rillo. O parlamentar espera que a mobilização da sociedade civil sensibilize e desperte a atenção do governo estadual.

A exposição dos temas foi aberta pelo médico, ex-secretário da Saúde e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da Famerp, Cacau Lopes. Em seguida, o zoólogo e docente da Unesp, Arif Cais, tratou das questões relacionadas ao “Meio Ambiente” e Paulo Sader, empresário e presidente da Acirp, abordou o tema “Desenvolvimento Econômico”.

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Rillo reúne sociedade para debater Região Metropolitana, na Acirp 
Segunda-Feira, 15 de Maio de 2017 - 15:41 - Categoria: Geral
 
 

A Frente Parlamentar em Defesa da Região Metropolitana de São José do Rio Preto (RMSJRP), coordenada pelo deputado estadual João Paulo Rillo, realiza, no dia 19 de maio, na Acirp (Associação Comercial e Empresarial), o seminário “Região Metropolitana de São José do Rio Preto – Caminhos do Desenvolvimento”.

“Essa é uma luta de toda a sociedade”, destaca Rillo, “e uma oportunidade para Rio Preto debater os desafios e alternativas para o desenvolvimento regional”. O parlamentar é autor da proposta de criação da RMSJRP, incluindo 30 municípios, e, em 2016, liderou um grupo de deputados estaduais da região ao Palácio dos Bandeirantes para iniciar a formação da unidade regional.

O seminário vai ser aberto com a exposição de Paulo Sader, empresário e presidente da Acirp, que vai abordar o tema “Desenvolvimento Econômico”. Em seguida, o zoólogo e docente da Unesp, Arif Cais, irá tratar das questões relacionadas ao “Meio Ambiente” e, encerrando, o médico, ex-secretário da Saúde e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da Famerp, Cacau Lopes, vai desenvolver o tema sobre “Saúde”.  

O seminário tem início às 14 horas. A Acirp está localizada na rua Silva Jardim, 3099, no centro de São José do Rio Preto.


 


 


 

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Rillo apresenta convocações sobre ferrovia e Cachoeira do IPA 
Segunda-Feira, 3 de Abril de 2017 - 09:49 - Categoria: Geral
 
 

O deputado João Paulo Rillo apresentou, nesta semana, requerimentos de convocação nas comissões de Transporte e Comunicação e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para membros do governo estadual e responsáveis por empresa privada esclarecerem o descarrilamento de trem, ocorrido dia 27, e a interrupção do curso d`água da Cachoeira do IPA, divulgado no dia 29, ambos ocorridos em São José do Rio Preto.  


Convocação sobre o descarrilamento


Para prestarem esclarecimentos sobre as condições da malha paulista, especificamente no trecho que corta o município de São José do Rio Preto, o deputado está convocando o presidente do Conselho de Administração da empresa Rumo S.A, Rubens Ometto Silveira Melo, e o vice-presidente de Operações da Malha Norte e Malha Paulista, Daniel Rockenbach.


Rillo cita, na justificativa, matéria do jornal Diário da Região, do dia 29 de março, apontando indícios de comprometimento da estrutura. Segundo a matéria, “parafusos que deveriam dar sustentação aos trilhos estão soltos e podem ser retirados até com a mão, sem muito esforço.” Outro problema apontado refere-se às condições dos dormentes. Segundo foi apurado pela reportagem, há dormentes podres, se desfazendo em diversos trechos em que a ferrovia corta a cidade.


Há ainda suspeitas, levantadas por especialista ouvido pelo jornal, de irregularidade na manutenção dos vagões cujos eixos deixam de ser ajustado corretamente e, afrouxados, provocam acidente e estragam ainda mais a ferrovia.


Convocação sobre a Cachoeira do IPA


Para esclarecer as intervenções na Estação Ecológica do Noroeste Paulista que resultaram na interrupção do curso d`água que alimentava a Cachoeira localizada onde anteriormente funcionava o Instituto Penal Agrícola (IPA), Rillo quer a convocação do superintendente do DAEE, Ricardo Daruiz Borsari, e do responsável pela Bacia do Turvo Grande, Tokio Hirata, do secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, do diretor do Instituto de Pesca, Luiz Marques da Silva Ayroza , e do gerente da CETESB, em São José do Rio Preto, Silvio Beraldi.   


“A triste condição da cachoeira, reduzida a um amontoado de pedras nuas, ocorre exatamente quando a sociedade de São José do Rio Preto questiona o governo estadual sobre a inclusão de duas áreas verdes no Chamamento Público 01/2017, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, para buscar interessados na alienação ou concessão de uso”, argumenta o deputado.

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Indicada por Rillo, jornalista Laura Capriglione recebe prêmio Beth Lobo de Direitos Humanos das Mulheres 
Sexta-Feira, 31 de Março de 2017 - 17:47 - Categoria: Geral
 
 

Por indicação do deputado estadual João Paulo Rillo, a jornalista Laura Capriglione recebe nesta sexta-feira, dia 31, o prêmio Beth Lobo de Direitos Humanos das Mulheres. A cerimônia de entrega será às 19h30, no plenário Juscelino Kubitschek, na Assembleia Legislativa. Os parlamentares, membros da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais, aprovaram a premiação da jornalista em novembro de 2016.

Laura Capriglione, 57 anos, nasceu em São Paulo, tendo estudado Física e Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, impulsiona com outros colegas a Rede Jornalistas Livres, focada na cobertura das lutas democráticas e por Direitos Humanos e Sociais.

Em 2015, com seus colegas jornalistas livres, publicou a reportagem que soterrou a “reorganização escolar” do governador Geraldo Alckmin. Intitulada “Secretaria de Educação prepara ‘guerra’ contra as escolas em luta! ”, a reportagem continha o áudio de uma reunião realizada no prédio da secretaria de Educação, em que Fernando Padula, braço direito do próprio secretário, organizava a ação de mais de 40 dirigentes de ensino do Estado, no sentido de “isolar” e “desmoralizar” os estudantes secundaristas que, naquele momento ocupavam as escolas de São Paulo.

Trabalhou como repórter especial do jornal “Folha de S.Paulo” entre 2004 e 2013 e venceu o “Grande Prêmio Folha” de 2006 com a reportagem “Caos Penitenciário”, um retrato do sistema penitenciário de São Paulo, representado pela superlotação e pelas condições desumanas enfrentadas pelos presos do Centro de Detenção Provisória de Araraquara. O título "Preso içado pelo teto expõe caos em prisão", publicado em 6 de julho daquele ano, foi apenas um dos exemplos da situação mostrada pela jornalista. Em 2012, foi uma das jornalistas homenageadas durante a entrega Prêmio Beth Lobo de Direitos Humanos, pelas reportagens que fez sobre a violenta desocupação do bairro Pinheirinho, realizada pela Polícia Militar de São Paulo e pela Guarda Civil Metropolitana de São José dos Campos.

Começou a carreira como editora de Educação e Ciências na “Folha”, depois do que dirigiu o jornal “Notícias Populares”, voltado à reportagem policial. Foi diretora de novos projetos na Editora Abril, onde também exerceu o cargo de editora-executiva da revista “Veja”. Conquistou o Prêmio Esso de Reportagem 1994, com a matéria “Mulher, a grande mudança no Brasil”, produzida para “Veja” em parceria com Dorrit Harazim e Laura Greenhalgh. Foi editora-executiva da revista até 2000. Como diretora de novos projetos na Editora Abril, recebeu dois Prêmios Abril de Jornalismo: de Melhor Revista e Melhor Diretora de Redação. Dirigiu o Núcleo de Revistas Femininas da Editora Globo, respondendo pelas revistas “Marie Claire”, “Criativa”, “Casa & Jardim” e “Crescer”.

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O Congresso do PT: defesa da democracia e dos direitos conquistados 
Terça-Feira, 21 de Fevereiro de 2017 - 16:44 - Categoria: Geral
 
 

 Aberto o processo do Congresso do Partido dos Trabalhadores, impõe-se a necessidade de avaliação e apresentação de propostas para orientar os caminhos a serem trilhados pelo partido.

Vitorioso pela maioria dos votos populares em quatro eleições sucessivas, o quarto mandato do governo de coalização progressista, presidido pela presidente Dilma, foi interrompido por um golpe construído pelas forças conservadoras. O processo golpista, que culminou com o afastamento da presidente, foi facilitado pelo enfraquecimento do PT, pelo alcance limitado da força dos movimentos sociais e políticos democráticos e pelo erro decorrente da mudança na orientação da política econômica pela presidente Dilma, no pós-eleição de 2014, que reduziu a atividade econômica nacional, evoluindo para um quadro recessivo.

Este quadro facilitou a acumulação e impulsionou a expressão das forças conservadoras, que atraiu parcelas da população que não vinham articuladas com a direita. E também paralisou e afastou os setores populares, os trabalhadores, os mais pobres, atônitos e descontentes com a mudança de uma orientação que haviam confirmado no voto, pela quarta vez sucessiva, o desejo de manter suas conquistas.

O enfraquecimento do PT, que já vinha se processando há tempos, foi fruto do modo de fazer política que cristalizou um progressivo distanciamento orgânico das bases populares e de trabalhadores e suas lutas, razão de ser de um partido de vocação socialista, mudancista.

A política centrada nos mandatos parlamentares, de vereadores a senadores, com a perda de capacidade diretiva das suas direções, nos diversos níveis, reduziu a unidade de manifestação política, a capacidade de organização para a luta e, consequentemente, diminuiu a força do partido na sociedade para disputar orientações nos parlamentos e no governo, limitando a condição de governabilidade.

Os erros nos procedimentos políticos, decorrentes da acomodação ao modo de fazer política, de conseguir recursos para seu funcionamento e para as campanhas eleitorais, associaram o partido à corrupção, abateram a militância, reduziram apoios, crisparam a imagem do PT e contribuíram para a perda de força, comprovada nas recentes eleições de 2016.

A crise do país exige a construção de uma agenda política que atenda os interesses e direitos da ampla maioria da população, que estão em progressivo ataque, e a mobilize para a luta. Uma agenda que se contraponha à condução do governo instituído para executar o processo do golpe. Um governo que deteriorou a atividade econômica e, como decorrência, vem promovendo o desemprego em massa, a redução dos salários, do alcance das políticas sociais, o corte de direitos trabalhistas e dos aposentados, a elevação da taxa real de juros (descontada a inflação), sangrando a já combalida arrecadação de tributos, e a dilapidação do patrimônio nacional que restou, vendendo na bacia das almas de empresas brasileiras, eliminando ou reduzindo o conteúdo de obrigatoriedade de componentes nacionais na área da indústria do petróleo, vendendo empresas e estabelecendo mudanças na exploração de petróleo com enfraquecimento da Petrobrás e do parque industrial brasileiro constituído em torno dela.

Depois de o PT demonstrar, em 12 anos de governo, que outra política é possível, que é possível reduzir desigualdades, gerar emprego, fortalecer a indústria nacional, crescer a economia, ampliar o acesso à educação aos mais pobres, ampliar serviços de saúde, melhorar o valor do salário mínimo e a renda dos trabalhadores, socorrer e apoiar os mais pobres e excluídos do capitalismo (Bolsa Família), organizar, depois de décadas, um amplo programa nacional de desenvolvimento, o PAC, de enfrentar com relativa tranquilidade a crise econômica que teve como epicentro os Estados Unidos e parte da Europa, em 2008, de realizar grandes investimentos em infraestrutura, como a ampliação do setor elétrico, a transposição do rio São Francisco, a eletrificação rural, de dirigir investimentos maciços e com prioridade ao Norte e Nordeste, tradicionalmente esquecidos e dilapidados pelas elites, é chegado o momento de cerrar fileiras em defesa destas ações e contra o ataque aos direitos do povo brasileiro.

Nenhum direito a menos. Não aceitamos a eliminação ou redução aos direitos inscritos na Constituição de 1988 e das políticas que resultaram na redução da desigualdade nos últimos anos.

Não aceitamos a reforma da previdência social proposta, que pretende reduzir direitos dos trabalhadores e dos aposentados. Qualquer reforma no sistema de previdência deve passar pela ampla discussão com os interessados (trabalhadores) e pela ampliação dos direitos e não seus cortes, cujos benefícios pagos à ampla maioria não atinge R$ 1,5 mil/mês. É preciso aumentar o aporte de recursos ao sistema com a geração de empregos e renda, a eliminação ou compensação de desonerações e aumentar a formalização da economia.

Queremos uma reforma tributária que taxe as grandes fortunas, que acabe com a não tributação de Imposto de Renda sobre lucros de empresas, que possa dotar o estado de mais recursos para que todo cidadão brasileiro possa ter uma renda necessária para seu sustento e contar com serviços de atenção à saúde e de educação, estruturados, acessível e com qualidade a todos. Defendemos a restrição da terceirização de serviços públicos essenciais que os torna impessoais e restritivos aos diretos do cidadão, pois estão submetidos à lógica do lucro das terceirizadas.

Não aceitamos a reforma trabalhista que tem por objetivo reduzir direitos e salários do trabalhador, num país com as desigualdades como Brasil e onde o peso do salário no custo da produção é inferior à maioria de países com economia semelhante.

Vamos lutar em defesa da obrigatoriedade de conteúdo nacional dos componentes utilizados por empresas nacionais e estrangeiras e do estabelecimento de uma política industrial como condição para a geração de emprego, renda e da autonomia produtiva nacional.

Este quadro e programa de lutas nacionais devem ser acrescidos de suas particularidades no Estado de São Paulo e em cada município paulista, onde a hegemonia política das forças conservadoras tem se constituído no epicentro do apoio ao projeto e às medidas antidemocráticas, antinacionais e antipopulares que vem sendo urdidas pelo bloco de forças que golpeou o País. Aqui, há tempos, pratica-se a truculência política, a violência policial contra os movimentos sociais e os mais pobres, a redução dos serviços públicos, a falta de políticas de desenvolvimento da economia e redução da desigualdade. São 22 anos de hegemonia tucana a massacrar a população paulista.

Não aceitamos, depois de 22 anos de governos seguidos, a falta de uma política de geração de emprego e renda para o trabalho;

Não aceitamos, depois de 22 anos de governos seguidos, uma política que ande de costas para o transporte público de massas, como demonstra o descaso com a CPTM e o Metrô;

Não aceitamos, depois de 22 anos de governos seguidos, o progressivo desinvestimento e custeio das universidades públicas e das agências de pesquisa;


Não aceitamos, depois de 22 anos, a falta de políticas de saúde, do estado mais rico da União, responsável pela desatenção ao cidadão;


Não aceitamos, depois de 22 anos, a falta de uma política de moradia que atenda aos que necessitem de um teto para morar;

Não aceitamos, depois de 22 anos, a falta de uma política de saneamento, responsável pelo lançamento de 50% do esgoto produzido diariamente nos rios e represas da Região Metropolitana de São Paulo e pelas restrições diárias para o consumo essencial de água impostas a cerca 500 mil moradores da Capital, mesmo em períodos de chuva.

Não aceitamos a criminalização dos movimentos sociais; tratar como caso de polícia as reivindicações dos trabalhadores e dos movimentos em luta por direitos elementares.

Não aceitamos o uso de armas para combater os movimentos sociais, sejam de borrachas ou as armas químicas, como gás lacrimogênio e de efeito moral, entre outros.

Não aceitamos a incapacidade, a incompetência e a orientação política vigente no Estado, que se reflete na completa inépcia na articulação com municípios para estruturação de serviços regionais de saneamento, de lixo e de transportes regionais além dos serviços de saúde, obrigando a peregrinação de ambulâncias;

É com este pano de fundo e políticas que deve ser discutido o papel do PT na ALESP e na atividade diária dos nossos parlamentares. Como bancada eleita pelo povo, é um direito democrático o assento na Mesa Diretora, na proporção das forças eleitas, mas sem subordinação desta presença ao apoio a forças que servem de base a um governo que aplica ou deixa de executar as políticas antes referidas.

É momento, no processo do Congresso do PT, de resgatar o debate sobre o papel dos mandados dos parlamentares, que devem ser vistos como pertencentes à legenda e não a si próprios, devendo assim os cargos existentes no conjunto dos mandatos e que forem objetos da participação em mesas legislativas estarem a serviço das políticas definidas pelo Partido.

Devemos realizar o esforço para superar as dificuldades de mudança em relação aos comportamentos e práticas de longos anos de domesticação. Um partido político inconformista, mudancista, comprometido com os interesses dos debaixo, dos trabalhadores, dos mais pobres, que aspira a um protagonismo político nacional e internacional precisa concentrar a ação da luta nos temas políticos sugeridos acima, ganhando mais unidade e soluções para nossas dificuldades.


São Paulo, 20 de fevereiro de 2017


 João Paulo Rillo

Deputado Estadual pelo PT-SP


 


 

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Entidades de Educação querem recondução de Rillo às comissões 
Quarta-Feira, 15 de Fevereiro de 2017 - 17:11 - Categoria: Geral
 
 

O afastamento do deputado João Paulo Rillo da Comissão de Educação e Cultura e da de Finanças e Orçamento está sendo questionado por entidades ligadas à Educação. UPES - União Paulista dos Estudantes Secundaristas, UEE SP - União Estadual dos Estudantes de São Paulo, DCE FATEC - Diretório Central dos Estudantes da FATEC, SINTEPS- Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza e o Fórum das Seis, que congrega as entidades sindicais e estudantis da Unesp, Unicamp, USP e Centro Paula Souza (Ceeteps), encaminharam à bancada do PT nota de apoio ao parlamentar, destacando a atuação de Rillo e defendendo o retorno dele às comissões. A retaliação da bancada também teve repercussão na imprensa e nas redes sociais, com uma dura crítica à bancada publicada pela página do Haddad Tranquilão, além do apoio do senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

No final de 2016, a bancada de deputados do PT havia afastado o parlamentar da Comissão de Finanças e Orçamento após ele obstruir a votação do Orçamento para obrigar o governador Geraldo Alckmin a ceder em pautas importantes para os movimentos sociais e para os servidores estaduais. Contrariada, a bancada o destituiu e cedeu a aprovação do Orçamento.

O afastamento da Comissão de Educação e Cultura ocorreu no dia 10 de fevereiro, após reunião da bancada, realizada no dia 7, na qual a maioria dos parlamentares do PT exigiu de Rillo retratação pública e submissão incondicional às decisões da bancada. O deputado José Américo sugeriu que o assunto fosse levado ao Diretório Estadual do PT, proposta apoiada por Carlos Neder, Geraldo Cruz e Rillo.


ESTUDANTES


UPES, UEE e FATEC receberam a informação do afastamento de Rillo “com profundo pesar” e alertaram sobre a necessidade de “a política (...) prevalecer nas decisões institucionais, sobretudo quando é apenas através dela que conseguiremos promover mudanças reais nas condições de vida da população”.


SINTEPS


 O afastamento de Rillo das duas comissões causou “surpresa” ao SINTEPS. Em nota à Liderança do PT na Assembleia, o sindicato reivindicou que, “coerente com a atuação que os movimentos sociais esperam dos parlamentares deste partido na Alesp, em sintonia com os interesses da classe trabalhadora e da maioria pobre da população paulista”, sejam restituídas a Rillo as atribuições nas comissões.


FÓRUM DAS SEIS


O Fórum das Seis também reivindicou o retorno do deputado às comissões e destacou a atuação de Rillo, de “substancial apoio às lutas dos trabalhadores e estudantes das universidades estaduais paulistas, das ETECs e das FATECs, em prol de financiamento digno, contra as privatizações e contra inúmeros projetos e ataques desferidos sobre os direitos da população.


HADDAD TRANQUILÃO


A página do Haddad Tranquilão compartilhou vídeo de Rillo sobre o afastamento e subiu o tom. Considerou que a bancada do PT na Alesp estaria “muito mais pra bancada do Alckmin do que qualquer outra coisa”, classificou as atitudes contra Rillo de “mesquinhas e odiosas” e lembrou que “um mandato do Partido dos trabalhadores há de ser popular, pautado nos interesses dos trabalhadores e trabalhadoras e nunca, jamais, nos interesses pessoais dos parlamentares”.

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Rillo e pais discutem alternativas para a Creche Formosa com promotor 
Segunda-Feira, 5 de Dezembro de 2016 - 17:35 - Categoria: Geral
 
 

O deputado estadual João Paulo Rillo, acompanhado de mães de alunos da creche Formosa e do vereador Marco Rillo, reuniu-se, na tarde desta segunda-feira, dia 5, com o promotor da Infância e Juventude de Rio Preto, André Luis de Souza. Durante a reunião, no Fórum, o grupo buscou alternativas para o fechamento da creche, anunciado no fim de novembro. O pastor responsável pela creche, Josué Gama, também participou do encontro. 

Após ser informado sobre os impedimentos para a renovação do convênio da creche com a Prefeitura, Rillo sugeriu  um encontro entre o promotor,  os pais e o responsável pela instituição com o prefeito Valdomiro Lopes, com os procuradores do município e com a secretária da Fazenda para tentarem chegar a um acordo para subvenção e manutenção do serviço prestado as 180 famílias rio-pretenses. 

Rillo alertou para a necessidade de uma solução para impedir o agravamento do problema da falta de creche com o qual a cidade já convive, exigindo, muitas vezes, que pais e responsáveis recorram à Justiça para garantir o direito das crianças. 

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